http://www.hemoterapia.org/informacoes_ e_debate/ver_opiniao/cura-da-tuberculose-c om-auto-hemoterapia-e-comprovada-desde.a sp
CURA DA TUBERCULOSE COM AUTO-HEMOTERAPIA É
COMPROVADA DESDE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Mas a técnica hoje é criminosamente desprezada pela medicina oficial.
Além de curar a tuberculose, auto-hemoterapia também evita o desenvolvimento da doença nas pessoas que tiveram contato com os infectados, pois fortalece o sistema imunológico.
“... Como já informamos em artigos anteriores, a estreptomicina viria a ser o 2º antibiótico da "história da medicina". Ao mesmo tempo, viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da tuberculose, esta, naquela época, também conhecida como "peste branca". Fica claro que a estreptomicina do Dr. Waksmann surgiu após o advento da penicilina do Dr. Fleming. Em muitos casos, os pacientes tuberculosos eram internados em sanatórios, e, no tratamento da tuberculose, a princípio fazia-se uso das sulfonas e tentou-se o emprego do pneumotórax, com pouco sucesso. A este propósito, consta no livro do Dr. Olívio Martins: "Já o Dr. Oliveira Botelho, o introdutor do pneumotórax no Brasil, desprezou este processo, em sua época áurea, para adotar o tratamento da tuberculose pela vacina do sangue (auto-hemoterapia), levando sempre ao conhecimento da Academia Nacional de Medicina, os brilhantes resultados obtidos". (2). ...”. O texto é transcrição de “Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... Parte LX - (60)”, pelo médico Jorge Martins Cardoso. Médico.
E mais: “... 2ª observação: é preciso que fique bem claro para os leitores que, o médico baiano Olívio Martins, trabalhou como assistente-médico durante os anos de 1938, 1939 e 1940, no Rio de Janeiro, na clínica do médico carioca Oliveira Botelho, este, também praticante da auto-hemoterapia. ...”.
O médico Jorge Martins Cardoso, honra o Brasil e seu estado, Sergipe, por pesquisar e defender a auto-hemoterapia. Ele explica que "O Poder Curativo do Sangue - Menos Remédios e Mais Ciência" é autoria do “Dr. Olívio Martins - Gráfica Editora Laemmert S/A - 9ª edição - 1969 - Rio de Janeiro - GB - DOENÇAS DA PELE - páginas 21, 22 e 23 (50 páginas).”.
Ainda do médico Jorge Martins Cardoso, ver em http://www.jornaldacidade.net/2008/noti cia.php?id=77218 no artigo Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... (39) publicado em 15/09/2010: “...Outra curiosidade - Em 1940, no Rio de Janeiro, o médico cirurgião Jésse Teixeira publica o seu trabalho científico “Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Pós-Operatório”.
No seu texto, o médico ironiza:“...AHT* = Auto-Hemoterapia - que não deve ser confundida com AZT, DDT, PFL, THC ou TNT, pois, algumas destas siglas podem estar “contaminadas” por corrupção, lise e mamatas. Portanto, navalha nelas. Pneumotórax** - acúmulo de gases na cavidade pleural. Tuberculose*** - em 1940, a penicilina ainda não estava disponível para o público. Se o 1º antibiótico descoberto - a penicilina - ainda não estava disponível, a estreptomicina evidentemente que também não estava disponível. A estreptomicina - o 2º antibiótico da “História da Medicina” - viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da terrível tuberculose. Como em 1940 não existiam os antibióticos, nem o CFM e nem a Anvisa, compreende-se perfeitamente por que os três médicos citados - Dr. Jésse Teixeira, Dr. Olívio Martins e Dr. Oliveira Botelho - usavam a auto-hemoterapia no combate às infecções e no tratamento de várias outras afecções, com grande sucesso.
...”.
A tuberculose é uma endemia que cresce. Segundo registro do http://site.portalcofen.gov.br/node/651 1 em 24/03/2011,
o “Brasil registra 72 mil casos de tuberculose por ano
Atualmente, nove milhões de pessoas no mundo estão contaminadas com tuberculose. No Brasil, 72 mil novos casos são registrados por ano. As estatísticas contabilizam quase cinco mil mortes anualmente. Especialistas apontam a desinformação como a principal causa da proliferação da doença.”.
Não se deve “subestimar os sintomas da tuberculose é outro fator que contribuiu para o aumento da contaminação. A tosse seca e contínua, posteriormente seguida por tosse com secreção pode ser um sinal de tuberculose. O quadro persiste por mais de três semanas. Outros sintomas são febre vespertina, sudorese noturna intensa, cansaço excessivo, perda do apetite e palidez. O paciente pode emagrecer cerca de 10 kg em menos de um mês.”, é informado neste endereço.
Textos oficiais explicam “que a doença é transmitida pelo ar, a partir de gotas de saliva expelidas por espirros e tosses. A bactéria pode atingir todos os órgãos do corpo. Mas o pulmão é o principal porque o microorganismo se reproduz rapidamente onde houver grande quantidade de oxigênio. A prevenção é tão importante quanto o tratamento da doença, observa o médico. Os recém-nascidos devem ser vacinados com a BCG - que previne as formas grave da doença - em até 30 dias. Crianças a idosos devem cuidar da saúde para não ficar com a resistência baixa, propícia ao contágio.”
E que são necessários seis meses de tratamento para que a doença seja curada. Se o tratamento for interrompido, mesmo se o paciente voltar a tomar o remédio, ele não se cura, pois a bactéria que causa a tuberculose pode se tornar resistente aos antibióticos.
Mais de 2 bilhões de pessoas – cerca de um terço da população mundial - já foi contaminada pela "Mycobacterium tuberculosis", que provoca a doença. Quase todos os casos ficam latentes - os portadores não sentem sintomas nem transmitem a tuberculose. Ao longo da vida, cerca de dez por cento das pessoas expostas ao bacilo adoecem, principalmente se tiverem uma queda no seu sistema imunológico.”
Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) registram: "Em 2010, Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou aproximadamente 30 mil casos de Tuberculose (TB) em 29 países, incluindo mil pacientes com tuberculose resistente (DR-TB, na sigla em inglês). A doença é uma das principais causas de mortalidade no mundo. Apesar de ter cura, ainda mata cerca de 1,3 milhão de pessoas por ano. A maioria das vítimas são pessoas que vivem com HIV/Aids na África.
Os métodos de diagnóstico e tratamento usados, em geral, são obsoletos e as pesquisas médicas insuficientes. Dos 9,4 milhões de novos casos de tuberculose registrados anualmente, 440 mil desenvolvem múltipla resistência aos medicamentos. Cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram de tuberculose resistente na última década. Dos 5 milhões de contaminados, apenas 1% teve acesso ao tratamento apropriado.
MSF trata pacientes com DR-TB em locais que vão desde prisões no Quirguistão a contextos urbanos na Índia e cenários endêmicos de HIV em países como Suazilândia e África do Sul. ...", ver em http://www.msf.org.br/conteudo/20/tuber culose/?gclid=CJbSzZGT0bECFcyb7QodfTkAaQ
A legião de novos infectados pelo bacilo da tuberculose, tanto no Brasil, como no mundo, ganharia um aliado poderoso no seu tratamento se os responsáveis pela saúde pública usassem, junto ao tratamento convencional da doença, a auto-hemoterapia.
Como explica o dr. Luiz Moura:
“...Surtos epidêmicos e AH?
Nisso funcionaria, aí seria de grande valor, de uma economia enorme. Porque, por que hoje as pessoas que estivessem já atacadas pelo mal, por um desses males, elas teriam a sua recuperação, a restauração da saúde mais acelerada, seria menos tempo de doença, porque quem cura realmente é o sistema imunológico, não é antibiótico que cura, antibiótico é apenas bacteriostático, só faz evitar a reprodução dos micróbios, mas quem termina de curar a infecção é o nosso próprio sistema imunológico, então, isso seria no caso, uma ação.”, trecho da transcrição do DVD com entrevista do dr. Luiz Moura em http://www.rnsites.com.br/auto-hemotera pia-dvd.htm
E as pessoas que tivessem contatos com os tuberculosos, na família, no trabalho ou em qualquer outra atividade social, ganhariam como? Segue a explicação do dr. Luiz Moura para o caso dos surtos epidêmicos, que vale também para as endemias, como a tuberculose, hanseníase, doença de Chagas, doença do sono, ebola e aids: “E a outra, as pessoas que ainda não se contaminaram, se estivessem sobre a ação da AH e com o seu sistema imunológico ativado, elas não pegariam, não teriam a doença, então evitaria que a doença se espalhasse num número maior de pessoas e com um detalhe importante, quando a doença vai se repicando de uma pessoa a outra, o micróbio ou o vírus se torna cada vez mais ativo e mais virulento, a repicagem é que aumenta, é como se fosse um exercício que ele faz, se tornando mais violento. ...”.
Nos contatos, da mesma forma que nos doentes, a auto-hemoterapia seria uma poderosa ferramenta de cura. Ainda segundo o dr. Luiz Moura, a auto-hemoterapia “é um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o SistemaRetículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.
SUMÁRIO
A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia - comumente da prega do cotovelo - e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml a 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média, a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e, ao fim de 8h, chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22%, para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.
As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que, quadruplicados, conseguem assim vencer estes estados patológicos ou, pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes, a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.
1. HISTÓRICO
Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto ...”, a síntese feita pelo dr. Luiz Moura em artigo está disponível em http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_mour a.pdf
INTERNET, INSTRUMENTO PARA UNIVERSALIZAR A AUTO-HEMOTERAPIA
O desprezo da medicina oficial - dos médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais de saúde nos quatro cantos do planeta - não foi de graça. Decorre de um trabalho orquestrado pelos laboratórios farmacêuticos transnacionais, ávidos por ganhar muito dinheiro, sempre.
Com a descoberta dos antibióticos e sua produção em escala comercial, o filão logo estaria visível para os laboratórios. O que seguiu foi uma campanha destas empresas, que passaram a dizer, por seus colaboradores “pesquisadores”, seus “cientistas”, que a auto-hemoterapia era uma técnica velha, sem cientificidade.
Os laboratórios farmacêuticos e seus agentes “cientistas” desprezaram a possibilidade de somar o tratamento com antibióticos com a auto-hemoterapia. Desde o início os laboratórios conheciam a necessidade de descontinuar o uso dos antibióticos após determinado período de uso, para retomar seu emprego alguns anos depois, evitando assim a resistência dos agentes das doenças aos remédios.
O esquecimento foi lento, gradual e seguro. Todas as gerações de profissionais de saúde formadas a partir da década de 50 do seculo passado perderam o contato com a auto-hemoterapia, que foi excluída do ensino das faculdades.
Hoje, mesmo médicos comprometidos com a população não só desconhecem a auto-hemoterapia, como ainda a criticam. Há os que se rotulam “cientistas” e cobram estudos “randomizados”, mesmo para uma técnica centenária, com milhares de títulos científicos a lastreá-la, e sem registro de efeitos colaterais indesejáveis.
A memorável entrevista do dr. Luiz Moura sobre auto-hemoterapia em 2004 em DVD, disponibilizada primeiro de mão em mão, é um divisor de águas na retomada do uso da auto-hemoterapia. Com ajuda da internet, onde o conteúdo da entrevista passa a ser divulgado gratuitamente. A técnica então volta a ganhar o mundo. Com, sem ou apesar de entidades como a Organização Mundial de Saúde (OMS), do Ministério da Saúde/ Anvisa, no Brasil, que se colocam a serviço dos laboratórios farmacêuticos transnacionais, esquecendo a população.
Outra determinante na divulgação da auto-hemoterapia foi a decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de cassar o diploma do dr. Luiz Moura, à época com mais de 60 anos de medicina, por divulgar a técnica. À posição do CFM se contrapôs enorme força popular, com apoio de grande número de profissionais de saúde, que evitou a cassação do médico por seu conselho, claramente atuando na defesa dos laboratórios farmacêuticos internacionais.
A produção científica moderna sobre a auto-hemoterapia é neste período resgatada através da internet, e é devolvida ao mundo em laborioso trabalho de tradução em vários idiomas. Muitas pessoas, em vários países, passam a se dedicar inteiramente à divulgação da auto-hemoterapia, que volta a ser consagrada como técnica de uso universal.
LITERATURA INTERNACIONAL
O emprego da auto-hemoterapia tem registro outros registros antigos na literatura científica internacional.
É registrado na “Revista de tuberculosis: Volume 1,Edição 4
Sem imagem de capa Cuba. Consejo nacional de tuberculosis - 1937 - Visualização de trechos
La AUTOHEMOTERAPIA a dosis altas de 20 cc ...”!, em
http://books.google.com.br/books?id=z0j lAAAAMAAJ&q=autohemoterapia&dq=autohemoterapia&hl ...
E em “Historia de la pediatría chilena: crónica de un alegría - Página 134
Nelson A. Vargas Catalán - 2002 - 525 páginas - Visualização
Scorca havia tratado com autohemoterapia y lactoterapia materna seis casos de meningitis TBC, de 11 meses a 9 anos. Cuatro fueran controlados por laboratório, comprovando la presencia del bacilo de Koch em el líquido céfalo raquídeo. Cinco se curaram totalmente. Se inyectó 30 ml de sangre materna con 4 ml de leche materna, intramuscular, cada 3 días.
También, se usaba la autohemoterapia en casos de tifoidea con fenómenos de intoxicación, sobre todo del sistema nervioso. ...”. http://books.google.com.br/books?id=eRC _uJ1i7fEC&pg=PA134&dq=autohemoterapia&hl=pt-BR&am ...
E nos livros abaixo, citados na bibliografia em “AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL & HISTORICAL REVIEW Autologous Blood in the History and Future of Medicine: From Bloodletting to Stem Cells by S. H. Shakman. Copyright 1995-2001”. Em http://www.instituteofscience.com/AUTOM ED/20A1-29B.HTM PhD, o norte-americano Shakman é diretor do “Institute Of Science”.
27A10: Peus, W., Auto-hemoterapia na tuberculose pulmonar. M? Nchen. med. Wchnschr. 74:60, 14 de janeiro de 1927.
28B1: auto-hemoterapia, autoserotherapy na tuberculose, [I. Menniti] Arch.di biol. 05:21, Março-Abril '28
27A9: Schnack, W., Auto-hemoterapia na prevenção e tratamento de doenças pulmonares pós-operatórias. Deutsche Ztschr. f. Chir. 199:205-213, 1926.
27B28: em ostearthritis tuberculosa e outras condições, [M. Havranek] Rev.med.fran ‡. 8: 329-333, Abril '27
O POVO FALA
São incontáveis os depoimentos de populares sobre a cura de centenas de doenças com auto-hemoterapia nos fóruns de internet. Muitos são sobre a tuberculose.
TUBERCULOSE
Data: 15/04/2007 19:57:27
De: Moacir Jorge Oliveira (simsaude@hotmail.com)
IP: 201.48.127.16
Assunto: Re: Auto Hemo - para tuberculose
Anna Luiz, continue com as aplicações voce vai se auxiliar muito com isto, no entanto não deixe de tomar os medicamentos e as orientações prescritas pelo seu Tisiologista. Capriche bastante na alimentação e favoreça ao aumento das defesas imunitárias com boa alimentação, ingestão adequada de líquidos, exercícios e exposição ao sol.
Data: 16/04/2007 11:16:00
De: Anna Luiz
IP: 200.163.61.83
Assunto: Re: Re: Auto Hemo - para tuberculose
Bom dia Moacir! Obrigado por responder meu email. Estou seguindo rigorosamente as instruçoes do meu médico, nao parei o medicamento, a Auto Hemo estou fazendo por conta propria nem informei o médico. Meu caso é meio curioso, os medicos demoraram para detectar o problema. Estava com tosse incistente e febre o clinico geral que procurei tratou de pneumonia, so melhorou a febre, procurei um outro medico ele tratou de bronquite, os medicamentos piorou ainda mais meus sintomas de tosse e passei a ter batedeira cardiáca, o terceiro medico me disseram ser um dos melhores pulmonologista me tratou de alergia os remedios dele era o mesmo que beber agua e so piorava minha tosse, falta de apetite, indisposiçao fisica, falta de ar, rouquidao na garganta com chiado nos pulmoes. Sofrendo desses incomodos ha sete meses, procurei um quarto medico, este foi cauteloso, pediu nova chapa do pulmao exame de PPD e outros, por incrivel todos deram negativo, so a chapa do pulmao espressou uma pequena lesao do lado esquerdo que nao dava certeza de uma tuberculose, só que na dúvida ele achou melhor tratar da tuberculose, comecei o tratamento em 06/11/06, obtive uma melhora de 60%, e parece que a melhora estabilizou. Ha 2 meses fiquei sabendo da Hemo e comecei a fazer as aplicaçoes, estou aguardano a tao sonhada cura.
Assunto: Re: Indicação de profissional
Boa noite Eliciena.
Sou médico ha 31 anos, faço hemoterapia há 15 anos, obtendo resultados excelentes.
Moacir Jorge Oliveira
Em http://inforum.insite.com.br/39550/4180 625.html
PROIBIÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA: UMA AFRONTA DO GOVERNO FEDERAL/ANVISA
À CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO
Verdadeiros GÊNIOS DO MAU, formados pela direção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão do Governo Federal, nos governos Dilma e Lula, e pelos colegiados dos Conselhos Federais de Medicina (CFM), de Enfermagem (Cofen) e de Farmácia (CFF) proíbem uso desta técnica tão antiga quanto eficaz.
Saiba mais: “UMA PROIBIÇÃO ILEGAL
(QUEM PROIBIU A AUTO-HEMOTERAPIA?)”, em http://www.rnsites.com.br/auto-hemotera pia-legis.htm
Ubervalter Coimbra,
jornalista.
Ubervalter Coimbra
62 anos - Vitória - ES
CURA DA TUBERCULOSE COM AUTO-HEMOTERAPIA É
COMPROVADA DESDE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Mas a técnica hoje é criminosamente desprezada pela medicina oficial.
Além de curar a tuberculose, auto-hemoterapia também evita o desenvolvimento da doença nas pessoas que tiveram contato com os infectados, pois fortalece o sistema imunológico.
“... Como já informamos em artigos anteriores, a estreptomicina viria a ser o 2º antibiótico da "história da medicina". Ao mesmo tempo, viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da tuberculose, esta, naquela época, também conhecida como "peste branca". Fica claro que a estreptomicina do Dr. Waksmann surgiu após o advento da penicilina do Dr. Fleming. Em muitos casos, os pacientes tuberculosos eram internados em sanatórios, e, no tratamento da tuberculose, a princípio fazia-se uso das sulfonas e tentou-se o emprego do pneumotórax, com pouco sucesso. A este propósito, consta no livro do Dr. Olívio Martins: "Já o Dr. Oliveira Botelho, o introdutor do pneumotórax no Brasil, desprezou este processo, em sua época áurea, para adotar o tratamento da tuberculose pela vacina do sangue (auto-hemoterapia), levando sempre ao conhecimento da Academia Nacional de Medicina, os brilhantes resultados obtidos". (2). ...”. O texto é transcrição de “Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... Parte LX - (60)”, pelo médico Jorge Martins Cardoso. Médico.
E mais: “... 2ª observação: é preciso que fique bem claro para os leitores que, o médico baiano Olívio Martins, trabalhou como assistente-médico durante os anos de 1938, 1939 e 1940, no Rio de Janeiro, na clínica do médico carioca Oliveira Botelho, este, também praticante da auto-hemoterapia. ...”.
O médico Jorge Martins Cardoso, honra o Brasil e seu estado, Sergipe, por pesquisar e defender a auto-hemoterapia. Ele explica que "O Poder Curativo do Sangue - Menos Remédios e Mais Ciência" é autoria do “Dr. Olívio Martins - Gráfica Editora Laemmert S/A - 9ª edição - 1969 - Rio de Janeiro - GB - DOENÇAS DA PELE - páginas 21, 22 e 23 (50 páginas).”.
Ainda do médico Jorge Martins Cardoso, ver em http://www.jornaldacidade.net/2008/noti
No seu texto, o médico ironiza:“...AHT* = Auto-Hemoterapia - que não deve ser confundida com AZT, DDT, PFL, THC ou TNT, pois, algumas destas siglas podem estar “contaminadas” por corrupção, lise e mamatas. Portanto, navalha nelas. Pneumotórax** - acúmulo de gases na cavidade pleural. Tuberculose*** - em 1940, a penicilina ainda não estava disponível para o público. Se o 1º antibiótico descoberto - a penicilina - ainda não estava disponível, a estreptomicina evidentemente que também não estava disponível. A estreptomicina - o 2º antibiótico da “História da Medicina” - viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da terrível tuberculose. Como em 1940 não existiam os antibióticos, nem o CFM e nem a Anvisa, compreende-se perfeitamente por que os três médicos citados - Dr. Jésse Teixeira, Dr. Olívio Martins e Dr. Oliveira Botelho - usavam a auto-hemoterapia no combate às infecções e no tratamento de várias outras afecções, com grande sucesso.
...”.
A tuberculose é uma endemia que cresce. Segundo registro do http://site.portalcofen.gov.br/node/651
o “Brasil registra 72 mil casos de tuberculose por ano
Atualmente, nove milhões de pessoas no mundo estão contaminadas com tuberculose. No Brasil, 72 mil novos casos são registrados por ano. As estatísticas contabilizam quase cinco mil mortes anualmente. Especialistas apontam a desinformação como a principal causa da proliferação da doença.”.
Não se deve “subestimar os sintomas da tuberculose é outro fator que contribuiu para o aumento da contaminação. A tosse seca e contínua, posteriormente seguida por tosse com secreção pode ser um sinal de tuberculose. O quadro persiste por mais de três semanas. Outros sintomas são febre vespertina, sudorese noturna intensa, cansaço excessivo, perda do apetite e palidez. O paciente pode emagrecer cerca de 10 kg em menos de um mês.”, é informado neste endereço.
Textos oficiais explicam “que a doença é transmitida pelo ar, a partir de gotas de saliva expelidas por espirros e tosses. A bactéria pode atingir todos os órgãos do corpo. Mas o pulmão é o principal porque o microorganismo se reproduz rapidamente onde houver grande quantidade de oxigênio. A prevenção é tão importante quanto o tratamento da doença, observa o médico. Os recém-nascidos devem ser vacinados com a BCG - que previne as formas grave da doença - em até 30 dias. Crianças a idosos devem cuidar da saúde para não ficar com a resistência baixa, propícia ao contágio.”
E que são necessários seis meses de tratamento para que a doença seja curada. Se o tratamento for interrompido, mesmo se o paciente voltar a tomar o remédio, ele não se cura, pois a bactéria que causa a tuberculose pode se tornar resistente aos antibióticos.
Mais de 2 bilhões de pessoas – cerca de um terço da população mundial - já foi contaminada pela "Mycobacterium tuberculosis", que provoca a doença. Quase todos os casos ficam latentes - os portadores não sentem sintomas nem transmitem a tuberculose. Ao longo da vida, cerca de dez por cento das pessoas expostas ao bacilo adoecem, principalmente se tiverem uma queda no seu sistema imunológico.”
Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) registram: "Em 2010, Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou aproximadamente 30 mil casos de Tuberculose (TB) em 29 países, incluindo mil pacientes com tuberculose resistente (DR-TB, na sigla em inglês). A doença é uma das principais causas de mortalidade no mundo. Apesar de ter cura, ainda mata cerca de 1,3 milhão de pessoas por ano. A maioria das vítimas são pessoas que vivem com HIV/Aids na África.
Os métodos de diagnóstico e tratamento usados, em geral, são obsoletos e as pesquisas médicas insuficientes. Dos 9,4 milhões de novos casos de tuberculose registrados anualmente, 440 mil desenvolvem múltipla resistência aos medicamentos. Cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram de tuberculose resistente na última década. Dos 5 milhões de contaminados, apenas 1% teve acesso ao tratamento apropriado.
MSF trata pacientes com DR-TB em locais que vão desde prisões no Quirguistão a contextos urbanos na Índia e cenários endêmicos de HIV em países como Suazilândia e África do Sul. ...", ver em http://www.msf.org.br/conteudo/20/tuber
A legião de novos infectados pelo bacilo da tuberculose, tanto no Brasil, como no mundo, ganharia um aliado poderoso no seu tratamento se os responsáveis pela saúde pública usassem, junto ao tratamento convencional da doença, a auto-hemoterapia.
Como explica o dr. Luiz Moura:
“...Surtos epidêmicos e AH?
Nisso funcionaria, aí seria de grande valor, de uma economia enorme. Porque, por que hoje as pessoas que estivessem já atacadas pelo mal, por um desses males, elas teriam a sua recuperação, a restauração da saúde mais acelerada, seria menos tempo de doença, porque quem cura realmente é o sistema imunológico, não é antibiótico que cura, antibiótico é apenas bacteriostático, só faz evitar a reprodução dos micróbios, mas quem termina de curar a infecção é o nosso próprio sistema imunológico, então, isso seria no caso, uma ação.”, trecho da transcrição do DVD com entrevista do dr. Luiz Moura em http://www.rnsites.com.br/auto-hemotera
E as pessoas que tivessem contatos com os tuberculosos, na família, no trabalho ou em qualquer outra atividade social, ganhariam como? Segue a explicação do dr. Luiz Moura para o caso dos surtos epidêmicos, que vale também para as endemias, como a tuberculose, hanseníase, doença de Chagas, doença do sono, ebola e aids: “E a outra, as pessoas que ainda não se contaminaram, se estivessem sobre a ação da AH e com o seu sistema imunológico ativado, elas não pegariam, não teriam a doença, então evitaria que a doença se espalhasse num número maior de pessoas e com um detalhe importante, quando a doença vai se repicando de uma pessoa a outra, o micróbio ou o vírus se torna cada vez mais ativo e mais virulento, a repicagem é que aumenta, é como se fosse um exercício que ele faz, se tornando mais violento. ...”.
Nos contatos, da mesma forma que nos doentes, a auto-hemoterapia seria uma poderosa ferramenta de cura. Ainda segundo o dr. Luiz Moura, a auto-hemoterapia “é um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o SistemaRetículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.
SUMÁRIO
A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia - comumente da prega do cotovelo - e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml a 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média, a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e, ao fim de 8h, chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22%, para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.
As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que, quadruplicados, conseguem assim vencer estes estados patológicos ou, pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes, a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.
1. HISTÓRICO
Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto ...”, a síntese feita pelo dr. Luiz Moura em artigo está disponível em http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_mour
INTERNET, INSTRUMENTO PARA UNIVERSALIZAR A AUTO-HEMOTERAPIA
O desprezo da medicina oficial - dos médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais de saúde nos quatro cantos do planeta - não foi de graça. Decorre de um trabalho orquestrado pelos laboratórios farmacêuticos transnacionais, ávidos por ganhar muito dinheiro, sempre.
Com a descoberta dos antibióticos e sua produção em escala comercial, o filão logo estaria visível para os laboratórios. O que seguiu foi uma campanha destas empresas, que passaram a dizer, por seus colaboradores “pesquisadores”, seus “cientistas”, que a auto-hemoterapia era uma técnica velha, sem cientificidade.
Os laboratórios farmacêuticos e seus agentes “cientistas” desprezaram a possibilidade de somar o tratamento com antibióticos com a auto-hemoterapia. Desde o início os laboratórios conheciam a necessidade de descontinuar o uso dos antibióticos após determinado período de uso, para retomar seu emprego alguns anos depois, evitando assim a resistência dos agentes das doenças aos remédios.
O esquecimento foi lento, gradual e seguro. Todas as gerações de profissionais de saúde formadas a partir da década de 50 do seculo passado perderam o contato com a auto-hemoterapia, que foi excluída do ensino das faculdades.
Hoje, mesmo médicos comprometidos com a população não só desconhecem a auto-hemoterapia, como ainda a criticam. Há os que se rotulam “cientistas” e cobram estudos “randomizados”, mesmo para uma técnica centenária, com milhares de títulos científicos a lastreá-la, e sem registro de efeitos colaterais indesejáveis.
A memorável entrevista do dr. Luiz Moura sobre auto-hemoterapia em 2004 em DVD, disponibilizada primeiro de mão em mão, é um divisor de águas na retomada do uso da auto-hemoterapia. Com ajuda da internet, onde o conteúdo da entrevista passa a ser divulgado gratuitamente. A técnica então volta a ganhar o mundo. Com, sem ou apesar de entidades como a Organização Mundial de Saúde (OMS), do Ministério da Saúde/ Anvisa, no Brasil, que se colocam a serviço dos laboratórios farmacêuticos transnacionais, esquecendo a população.
Outra determinante na divulgação da auto-hemoterapia foi a decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de cassar o diploma do dr. Luiz Moura, à época com mais de 60 anos de medicina, por divulgar a técnica. À posição do CFM se contrapôs enorme força popular, com apoio de grande número de profissionais de saúde, que evitou a cassação do médico por seu conselho, claramente atuando na defesa dos laboratórios farmacêuticos internacionais.
A produção científica moderna sobre a auto-hemoterapia é neste período resgatada através da internet, e é devolvida ao mundo em laborioso trabalho de tradução em vários idiomas. Muitas pessoas, em vários países, passam a se dedicar inteiramente à divulgação da auto-hemoterapia, que volta a ser consagrada como técnica de uso universal.
LITERATURA INTERNACIONAL
O emprego da auto-hemoterapia tem registro outros registros antigos na literatura científica internacional.
É registrado na “Revista de tuberculosis: Volume 1,Edição 4
Sem imagem de capa Cuba. Consejo nacional de tuberculosis - 1937 - Visualização de trechos
La AUTOHEMOTERAPIA a dosis altas de 20 cc ...”!, em
http://books.google.com.br/books?id=z0j
E em “Historia de la pediatría chilena: crónica de un alegría - Página 134
Nelson A. Vargas Catalán - 2002 - 525 páginas - Visualização
Scorca havia tratado com autohemoterapia y lactoterapia materna seis casos de meningitis TBC, de 11 meses a 9 anos. Cuatro fueran controlados por laboratório, comprovando la presencia del bacilo de Koch em el líquido céfalo raquídeo. Cinco se curaram totalmente. Se inyectó 30 ml de sangre materna con 4 ml de leche materna, intramuscular, cada 3 días.
También, se usaba la autohemoterapia en casos de tifoidea con fenómenos de intoxicación, sobre todo del sistema nervioso. ...”. http://books.google.com.br/books?id=eRC
E nos livros abaixo, citados na bibliografia em “AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL & HISTORICAL REVIEW Autologous Blood in the History and Future of Medicine: From Bloodletting to Stem Cells by S. H. Shakman. Copyright 1995-2001”. Em http://www.instituteofscience.com/AUTOM
27A10: Peus, W., Auto-hemoterapia na tuberculose pulmonar. M? Nchen. med. Wchnschr. 74:60, 14 de janeiro de 1927.
28B1: auto-hemoterapia, autoserotherapy na tuberculose, [I. Menniti] Arch.di biol. 05:21, Março-Abril '28
27A9: Schnack, W., Auto-hemoterapia na prevenção e tratamento de doenças pulmonares pós-operatórias. Deutsche Ztschr. f. Chir. 199:205-213, 1926.
27B28: em ostearthritis tuberculosa e outras condições, [M. Havranek] Rev.med.fran ‡. 8: 329-333, Abril '27
O POVO FALA
São incontáveis os depoimentos de populares sobre a cura de centenas de doenças com auto-hemoterapia nos fóruns de internet. Muitos são sobre a tuberculose.
TUBERCULOSE
Data: 15/04/2007 19:57:27
De: Moacir Jorge Oliveira (simsaude@hotmail.com)
IP: 201.48.127.16
Assunto: Re: Auto Hemo - para tuberculose
Anna Luiz, continue com as aplicações voce vai se auxiliar muito com isto, no entanto não deixe de tomar os medicamentos e as orientações prescritas pelo seu Tisiologista. Capriche bastante na alimentação e favoreça ao aumento das defesas imunitárias com boa alimentação, ingestão adequada de líquidos, exercícios e exposição ao sol.
Data: 16/04/2007 11:16:00
De: Anna Luiz
IP: 200.163.61.83
Assunto: Re: Re: Auto Hemo - para tuberculose
Bom dia Moacir! Obrigado por responder meu email. Estou seguindo rigorosamente as instruçoes do meu médico, nao parei o medicamento, a Auto Hemo estou fazendo por conta propria nem informei o médico. Meu caso é meio curioso, os medicos demoraram para detectar o problema. Estava com tosse incistente e febre o clinico geral que procurei tratou de pneumonia, so melhorou a febre, procurei um outro medico ele tratou de bronquite, os medicamentos piorou ainda mais meus sintomas de tosse e passei a ter batedeira cardiáca, o terceiro medico me disseram ser um dos melhores pulmonologista me tratou de alergia os remedios dele era o mesmo que beber agua e so piorava minha tosse, falta de apetite, indisposiçao fisica, falta de ar, rouquidao na garganta com chiado nos pulmoes. Sofrendo desses incomodos ha sete meses, procurei um quarto medico, este foi cauteloso, pediu nova chapa do pulmao exame de PPD e outros, por incrivel todos deram negativo, so a chapa do pulmao espressou uma pequena lesao do lado esquerdo que nao dava certeza de uma tuberculose, só que na dúvida ele achou melhor tratar da tuberculose, comecei o tratamento em 06/11/06, obtive uma melhora de 60%, e parece que a melhora estabilizou. Ha 2 meses fiquei sabendo da Hemo e comecei a fazer as aplicaçoes, estou aguardano a tao sonhada cura.
Assunto: Re: Indicação de profissional
Boa noite Eliciena.
Sou médico ha 31 anos, faço hemoterapia há 15 anos, obtendo resultados excelentes.
Moacir Jorge Oliveira
Em http://inforum.insite.com.br/39550/4180
PROIBIÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA: UMA AFRONTA DO GOVERNO FEDERAL/ANVISA
À CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AO POVO BRASILEIRO
Verdadeiros GÊNIOS DO MAU, formados pela direção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão do Governo Federal, nos governos Dilma e Lula, e pelos colegiados dos Conselhos Federais de Medicina (CFM), de Enfermagem (Cofen) e de Farmácia (CFF) proíbem uso desta técnica tão antiga quanto eficaz.
Saiba mais: “UMA PROIBIÇÃO ILEGAL
(QUEM PROIBIU A AUTO-HEMOTERAPIA?)”, em http://www.rnsites.com.br/auto-hemotera
Ubervalter Coimbra,
jornalista.
Ubervalter Coimbra
62 anos - Vitória - ES